bom antes de tdo vou explicar q a Ana Luiza era filha do meu vô....e foi ele qm escreveu pra um trabalho da minha irmã, e lendo eu me emocionei pra caramba, então resolvi postar.
Todos passamos no decorrer de nossa vida por momentos de alegria e de tristeza.
Os instantes alegres deixam em nossa alma um sentimento que aos poucos vai sendo esquecido e ficam vagamente em nossa memória; por outro lado os momentos de tristeza permanecem sempre presentes em nossa existência, nos faz lembrar, a cda instante, como se estivesse acontecido naquele momento, torna-se uma ferida que ñ cicatriza jamais.
Minha vida foi marcada, infelizmente, por lagrimas que nascem no fundo da alma e não se evaporam.
Uma garotinha toda alegre e que transmitia felicidade em seu olhar.
Delicada com as coleguinhas do jardim de infância, procurava sempre demonstrar carinho com todos, ñ descriminava ninguém, para ela todos eram verdadeiros amigos, irmãos.
Mas Ana Luiza, esse era seu nome, cresceu, como nós todos crescemos.
Foi para o curso primário no colégio do "CARMO" onde continuou seus estudos até se formar no ginasial, concluindo a quarta serie.
Durante todo esse período procurou manter e zelar pelas amizades carinhosas e mais antigas e fazer outras com alunas que chegavam de outras escolas ou de outras cidade.
E assim Ana Luiza, que também era conhecida por "KIKA", tornou-se uma mocinha levando a vida feliz e cheia de esperança.
Nós jamais iríamos imaginar que o ano de 1992 seria o ultimo de sua vida, mas foi.
O ano seguinte, 1993, Kika somente viveria o primeiro dia do ano, o último de sua existência entre nós.
Assim como teremos que partir um dia, ela, aos 16 anos nos deixou, bem como seus amigos, suas bonecas, seus brinquedos e brincadeiras, seu sorriso doce agora somente será visto pelos anjos e seus olhar pleno de amor, encontrarás o olhar sereno de Deus.
Ás zero horas de treze minutos do dia 02 de Janeiro de 1993, vitima de um acidente automobilístico na estrada da Colônia do Piagui, Kika partiu para junto do eterno Pai, correndo entre as nuvens que margeam as estradas da Colônia do Universo.
Hoje, após 17 anos o dia 02 de janeiro de 1993 ficou sendo a lembrança que marcou minha vida, como se tudo tivesse acontecido
HOJE

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